
James Rose
EUA
Descreve suas impressões de Dachau. [Vídeos de Entrevistas: 2004]
Estávamos marchando para... estávamos perseguindo os alemães. O final da Guerra se aproximava e aquele dia era 20 de abril de 1945. Um sargento apareceu e disse para todos nós: "Verifiquem as suas máscaras de gás. Estamos indo para uma cidade que dizem ter um depósito de gás que está minado". Então prosseguimos para aquela cidade, Dachau, e parte da nossa divisão, o 222º Regimento, tinha tropas libertando o campo. Enquanto caminhávamos rumo ao portão principal, eles abriram todos os prédios [e barracas onde estavam os prisioneiros] e eu vi milhares de pessoas que pareciam esqueletos, com a pele colada nos ossos. Elas estavam imundas, elas fediam, e só de olhar para elas, algumas já quase mortas, pudemos entender o porque daquela Guerra e o porque estávamos participando dela.
Estávamos marchando para... estávamos perseguindo os alemães. O final da Guerra se aproximava e aquele dia era 20 de abril de 1945. Um sargento apareceu e disse para todos nós: "Verifiquem as suas máscaras de gás. Estamos indo para uma cidade que dizem ter um depósito de gás que está minado". Então prosseguimos para aquela cidade, Dachau, e parte da nossa divisão, o 222º Regimento, tinha tropas libertando o campo. Enquanto caminhávamos rumo ao portão principal, eles abriram todos os prédios [e barracas onde estavam os prisioneiros] e eu vi milhares de pessoas que pareciam esqueletos, com a pele colada nos ossos. Elas estavam imundas, elas fediam, e só de olhar para elas, algumas já quase mortas, pudemos entender o porque daquela Guerra e o porque estávamos participando dela.
James A. Rose, de Toledo, Ohio, durante a Guerra serviu ao exército norte-americano na 42ª Divisão de Infantaria.
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