7 DE ABRIL DE 1933
JUDEUS SÃO IDENTIFICADOS E DEMITIDOS DE CARGOS PÚBLICOS
Dois meses após a indicação de Adolf Hitler para chanceler, iniciaram-se as mudanças na administração através de um decreto de abril de 1933. Esta nova legislação incluía um "Parágrafo Ariano" que tratava da eliminação dos judeus de vários setores da sociedade. Todos os funcionários públicos foram obrigados a apresentar documentos comprovando sua ascendência “ariana”. Pela primeira vez, uma legislação definia quem seria considerado judeu. Os funcionários que tinham pais ou avós judeus foram removidos de seus cargos. Aqueles que serviram na frente de batalha na Primeira Guerra Mundial, ou que tinham parentes próximos que haviam morrido enquanto lutavam pela Alemanha [na Primeira guerra], permaneceram em seus cargos até 1935, quando também foram removidos. O “Parágrafo Ariano”, que identificava e marginalizava os judeus, logo foi expandido para todos os setores da vida pública alemã.17 DE AGOSTO DE 1938
JUDEUS SÃO OBRIGADOS A ADOTAR UM NOME "JUDAICO"
O governo alemão exigiu que todos os judeus cujos nomes não podiam ser imediatamente identificados como sraelitas, adotassem um nome "judaico" após seu primeiro nome. Os homens foram obrigados a adicionar o nome “Israel” e as mulheres “Sara”. Em outubro, o governo alemão confiscou todos os passaportes dos judeus e emitiu novos, os quais vinham com um “J” carimbado, indicando que pertenciam a judeus.
19 DE SETEMBRO DE 1941
DISTINTIVO QUE IDENTIFICA JUDEUS PASSA A SER OBRIGATÓRIO NA ALEMANHA
Os judeus maiores de 6 anos de idade passaram a ser obrigados a usar, o tempo todo, uma estrela amarela de seis pontas costurada em suas roupas, com a palavra "Jude" ("judeu" em alemão) grafada em preto no centro. Assim, os judeus podiam ser facilmente identificados na Alemanha, facilitando as deportações sistemáticas que começaram em outubro. Em março de 1942, os judeus também foram obrigados a colocar a estrela à vista na parte externa de suas residências.